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Depois de um dia mau pode haver um céu estrelado. O meu reino.


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Abunda a literatura cibernética sobre as partilhas de corridas. Somos desocupados, vaidosos, pessoas cuja vida tem pouco significado quando não partilhada no facebook. As corridas só fazem sentido se tiverem muitos likes, vivemos de modas porque na verdade, segundo estes iluminados, temos uma vida fútil e vazia, oca de um qualquer sentido mais profundo. Não teve um like? Não teve partilhas? Então é porque não foi bom e não vale a pena. Corremos para os outros e estamos constantemente à espera da sua aprovação. Mas não. Desenganem-se inteligências pardas (ou parvas) Eu corro porque faz bem. Corro porque vou a caminho dos 40, tenho celulite, falta de ar, pouco tempo e porque não gosto de ginásios. Odeio aquela rotina de correr em frente a uma televisão. Correr é barato (só carece de uns bom ténis) e é flexível. Podemos iniciar a corrida logo à saída do prédio, e acabá-la a 200 metros de casa. Haverá algo mais prático e adaptado ao dia-a-dia de uma mãe? Mas não, para estas pessoas de mal com a vida é muitas delas com o seu corpo, mas sem força de vontade para levantar o cu do sofá, é mais interessante escrever sobre outros temas mais intelectuais, os livros, as viagens, as deambulações sobre sentimentos. Coisas que realmente interessam e fazem o mundo funcionar. Pois eu, meus caros, que tenho de levar com as vossas baboseiras diárias, vou continuar a meter nojo e a partilhar as minhas corridas, e os tempos, e a vangloriar-me das minhas conquistas. Porque é isso que são: conquistas que me saem do pelo e que me deixam orgulhosa. E que são um excelente exemplo para os meus filhos e uma forma ainda melhor de estar bem.

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1 comentário

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De Morango a 17.06.2015 às 14:35

5'49''??!?!!?! tempo fantástico!!!

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