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Depois de um dia mau pode haver um céu estrelado. O meu reino.

18
Dez15

Do cansaço

por Inês P Queiroz

Ando tão mas tão cansada que costurei um dedo, num dos meus serões a fazer prendas de Natal. E ainda não levo nem metade dos dois meses que vou estar sem empregada...

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14
Dez15

O Porto

por Inês P Queiroz

Sou uma apaixonada pelo Porto. Em pequena, atravessar a ponte da Arrábida significava que já só faltava uma hora para chegar "à terra". Só adulta percebi verdadeiramente o seu encanto. A Foz, a Ribeira, a Baixa, a Rua das Flores... Há sempre tanto a ver. Na sexta-feira tive de ir ao Porto em trabalho. Confesso que estas deslocações rápidas, perto do Natal, numa altura em que acuso o desgaste de um ano de trabalho e em que os miúdos se ressentem das minhas ausências, nunca sao vividas com grande entusiasmo. Mas desta vez fui pelo menos com tempo para um passeio a pé. Almocei (às 16h) numa esplanada, comprei lã, tecidos e pinhões e tive tempo para estar comigo. Desta vez troquei o hotel manhoso por um b&b espetacular. A Casa Carolina, na rua de Cedofeita. Aconselho a todos. Uma casa bonita, com quartos espaçosos, limpos e quentinhos. Adorei. Fiquei com alguma pena de não ter ficado o dia de sábado para ir às compras, mas lá está, a família estava à espera. E a receção foi espetacular. Mas não tarda voltarei. A dois.

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11
Dez15

Ainda a maldade

por Inês P Queiroz

Pergunto-me o que leva alguém a deixar comentários odiosos no blogue de outra pessoa. A sério. É pura maldade? Inveja? Falta de ocupação? Desamor pelo próximo? Não estou a falar de comentários em blogues que defendam ideias que atentem contra liberdade. Estou a falar de blogues de pessoas normais, que falam da sua vida, do que as apoquenta, dos seus sonhos, dos seus filhos, do seu dia a dia... Poderão sempre dizer-me que quem anda à chuva molha-se e que quem expõe a sua vida está depois sujeito a este tipo de reações. Mas, desculpem-me, não consigo concordar. A meu ver não há nada que justifique o grau de ódio, de veneno, de maldade que existe em muitos dos comentários que por aí pululam. Eu tenho este espaço que surgiu como uma escape a um momento mau da minha vida. A minha doença. Por norma tenho mais tendência para escrever quando estou triste do que quando a vida me corre de feição. Mas isso abre a porta a um tipo de exposição que nem sempre estou disposta a fazer. E por isso acabo por escrever pouco. A maior parte das pessoas que conheço na blogosfera costuma falar de um lado mais solar da sua vida. E o facto de o fazer não significa que tudo seja bonito e cor de rosa. Todas as pessoas têm problemas. Há pessoas que atravessam grandes dificuldades, claro, e que têm problemas que nem sequer imaginamos. Mas duvido que essas percam tempo em blogues a acusar outros por serem felizes ou por exporem o seu bem estar. Essas pessoas estão ocupadas a tentar ultrapassar as muitas dificuldades que atravessam. Têm lá tempo para andar a maldizer a vida dos outros. Mas não são essas as pessoas que, por norma, envenenam. Quem o faz, quer-me parecer, são os que adoram passar a pente fino todos os blogues ditos pessoais para ficarem a conhecer a vida de alguém que nunca viram na vida. E não o fazem com o espírito de "deixa-me lá ver em que embrulhada anda a Sónia metida", ou "Será que o o Mateus está bem". Nada disso, estas pessoas maldosas não querem espreitar a vida dos outros para a seguir como uma novela fazendo um ou outro comentário, tentando dar conselhos ou opiniões. Esse tipo de coisas quem faz são as pessoas queridas, aquelas que se sentem próximas, que se identificam, que desejam o bem, que gostam que os outros usufruam de uma boa vida, mesmo que seja um vida que não podem ter. Estas pessoas más, vis, mesquinhas, andam pelos blogues para tentar preencher um qualquer vazio que vivem. E conseguem dizer as coisas mais maldosas e impensáveis. Desejam a morte, criticam violentamente tudo que é escrito, qualquer opinião, qualquer roupa, qualquer iniciativa. Têm sempre um rol de insultos pronto a ser libertado a cada post. Para essas pessoas as bloggers são umas meretrizes que têm a desfaçatez de expor a sua vida burguesa quando há pessoas a morrer à fome. E se, pelo contrário, as bloggers se manifestam preocupadas com um qualquer problema, são igualmente rameiras porque são fingidas. Já para não falar do ódio pelas viagens, pela roupa, pelas casas, pelos filhos, pelos maridos... Por tudo, na verdade. Como é que têm tempo para isso? Como é que se dão ao trabalho de perder tempo a odiar quem não conhecem? É coisa que me faz muita confusão, confesso. Eu que me queixo frequentemente da falta de tempo, não consigo perceber como há quem o tenha em sobra, para se dedicar a isto.

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10
Dez15

Pessoas más

por Inês P Queiroz

Pessoas más, eu sei que deve ser do caraças dar de caras com pessoas de bem com a vida.

Com pessoas felizes, que querem fazer coisas, que se interessam pelo seu trabalho, pelo bem estar da sua família, que ainda têm tempo para iniciativas de solidariedade e para os amigos.

Pessoas que correm, que fazem vendas solidárias, que riem e choram, que viajam, que vão ao teatro e ao cinema, que jantam com os amigos...

Deve ser cansativo e , sobretudo fodido ver que há pessoas felizes.

Mas a vida é mesmo assim: fodida. E há que esgravatar muito para ver a luz e para ser feliz apesar de toda a merda que se vive, apesar de todos os pesares.

Vocês acham, pessoas más e merdosas, que as pessoas que estão de bem com a vida, e que partilham isso nos seus blogues, não têm momentos maus? Não têm momentos infelizes? Não têm vontade de bater nos filhos, de matar os maridos? Não se sentem frustradas? Não perdem amigos e familiares? Não se zangam? Não se separam? Não choram? Não têm dores?

Têm, ou vocês, apesar de pessoas más, também são estúpidas? O que vos distingue das pessoas felizes é essa aura de merda que vos acompanha. Esse ver apenas o lado escuro, o copo meio vazio que tanto vos martiriza. Deve ser muito fodido chegar ao fim do ano e ver que este foi mais um ano merdoso, em que nada de realmente importante aconteceu. Mas sabem uma coisa? Em vez de irem para os blogues dos outros destilar veneno e inveja, olhem para vocês e façam alguma coisa pela vossa vida.

E já agora, se tiverem dinheiro, façam também terapia.

Apre!

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09
Dez15

Hoje foi um daqueles dias do demo. Sempre a correr e sempre com a sensação de não chegar para as encomendas, de não estar a cumprir os mínimos olímpicos. Hoje foi um dia mau, daqueles em que chego ao fim com uma enorme vontade de me atirar para o sofá a chorar. Hoje foi um dia em que me deixei levar. Não foi o primeiro e não será o último. E nem sequer é coisa que me aconteça apenas a mim. Hoje foi um dia de merda.

A boa notícia é que já acabou.

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04
Dez15

Ainda a venda solidária

por Inês P Queiroz

apesar de muito entusiasmada com a iniciativa, a verdade é que ainda não tive tempo para separar a roupa e acessórios para levar no domingo. E começa-me a parecer que não vou conseguir fazer tudo o que é necessário, a começar por conseguir estar presente.

É que, para além de não ter conseguido separar mais do que um saco de coisas, não sei como é que vou conseguir montar o espaço tal é o número de coisas que tenho para fazer este fim de semana. Já para não falar que a minha experiência nestas coisas é zero.

na pior das hipóteses será uma tarde bem passada e, assim como a Ana e a Sónia, metade do valor que eu conseguir com a venda irá direitinho para a Ajuda de Mãe.

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03
Dez15

Rir assim

por Inês P Queiroz

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com vontade, de sorriso aberto. Já tinha saudades. Obrigada ao maridão pelo fantástico fim de semana abroad.

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02
Dez15

O desafio veio da Ana, essa doida que anda sempre à procura de sarna para se coçar. Ela é maratonas solidárias, vendas e sei mais lá o quê. Pois é, desta vez ela estava a sentir-de sozinha e decidiu alargar a maluquice a outros, eu incluída. E por isso cá ando, a varrer armários, a tentar dar nova vida a roupas e acessórios. Meus e a da Alice. Vai ser no próximo domingo à tarde. Apareçam. Parte das vendas vai reverter para a Ajuda de Mãe. Aproveitando o espírito natalício, todos podem na medida do possível ajudar esta instituição de muitas outras formas. Ora vejam lá como:

- Apoio monetário para o bom funcionamento no dia a dia da Instituição;

- Roupa e Acessórios para grávidas e para bebés;

- Material de Puericultura: esterilizadores, biberões, chuchas, termómetros;

- Mobiliário de bebé: cadeirinhas, carrinhos, alcofas, camas de grades;

- Produtos de higiene para as mães e para os bebés: champôs, gel banho, sabonete, creme para o rabinho do bebé, cotonetes, soro fisiológico;

- Fraldas (até aos nove meses) e toalhitas;

- Produtos Alimentares: leite em pó para biberão (de preferência de 3 meses) e papas.

- Para Transferências Bancárias: 003300000006032866605 * NIF da Ajuda de Mãe: 502 617 780 Apareçam!

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23
Nov15

Começo este post por agradecer às minhas pessoas: a minha família e as minhas amigas, que me deram tanta força e apoio, que me contagiaram com a sua fé, que me ampararam e que comigo dividiram a angústia e a alegria. Foram tantas... obrigada mesmo, de coração. Felizmente o pior cenário não se confirmou. Há motivos para nos preocuparmos, abriu-se uma caixa de Pandora que dificilmente me deixará sossegada ao mínimo sinal de alerta. Mas o pior cenários não se confirmou e essa notícia, só por si, é motivo de grande celebração. Também as pessoas que por aqui passam me deram ânimo e alegria. Não deixa de ser estranho como me sinto tocada com mensagens de pessoas que não conheço. Obrigada. Foram semanas bastante complicadas. Noites sem dormir e um peso tão grande no coração que houve momentos em que pensei que podia rebentar. Agora temos de esperar e perceber o que temos de fazer a seguir. Devagar, devagarinho, com calma e o coração no lugar. Boa semana a todos

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07
Nov15

A fé

por Inês P Queiroz
A vida está constantemente a testar-nos. Lamentavelmente não acredito em Deus. Digo lamentavelmente porque há momentos em que acredito que se tivesse a fé que tinha em criança a minha vida e a minha aceitação do que a vida me apresenta seria bastante menos tormentosa. Ontem vivi um dia particularmente difícil. Nada de grave me aconteceu, nem aos que amo, mas a vida encarregou-se de colocar em cima da minha cabeça uma nuvem de medo, de angústia e de alguma culpa que espero ver dissipar-se nas próximas semanas. Vão ser dias longos. Sei, porque conheço a minha natureza, que vou equacionar todos os cenários. Tentando sempre ver o copo meio cheio, é verdade, mas terei momentos negros. Eu conheço-me. Sei das minhas limitações e fragilidades. Esta nuvem, que espero que não passe disso, toca em muitos botões desta minha máquina. Representa um dos meus maiores medos e por isso tenho pena de ter perdido a fé. De não poder levantar as mãos ao meu Deus pedindo-lhe para me ajudar. Depositando também nele alguma da responsabilidade que sinto como apenas minha. Pergunto-me onde está aquela criança que se sentia tão próxima de Deus que falava com Ele vendo nas mais pequenas coisas as Suas respostas. Lamentavelmente eu perdi o meu Deus, não me posso virar para o Seu conforto, não Lhe consigo falar, nem confidenciar as minhas angústias. E em momentos como este sei que seria mais feliz, mais tranquila e serena se acreditasse verdadeiramente na Sua existência.

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29
Out15

O choro

por Inês P Queiroz
Comovo-me sempre que vejo alguém a chorar na rua. É, para mim, uma das demonstrações mais puras da nossa fragilidade. São momentos em que estamos tão frágeis, tão tristes, tão despidos, que nos esquecemos que estamos a ser observados Sempre que vejo alguém a chorar na rua tenho vontade de a abraçar.

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11
Out15

Com saudades da chuva

por Inês P Queiroz

quem me conhece sabe que sou uma mulher do verão, do calor, de roupa fresca e dias de praia. Mas confesso que estes dois dias de chuva me souberam muito bem. Sofá, scones, costura... E corrida! Deu para muita coisa, apesar de ter ido ao Porto em trabalho e de só ter chegado a casa à hora de almoço de sábado.

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09
Out15

Aniversários tristes

por Inês P Queiroz

Faz hoje 7 anos que o meu coração encolheu para sempre. Cresceu para outros lados, com o nascimento da Alice, mas nunca nada vai ocupar o teu lugar, pai.

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09
Out15

Cara Sofia

por Inês P Queiroz

Não vou escrever aqui o seu nome completo, pois acredito que você saberá que é para si que estou a escrever. Sinto muito pela notícia que recebeu. É horrível, avassalador. Saber que alguém que amamos tem cancro é quase tão duro como se fossemos nós o portador da doença. Imagino que sente o chão a escapar-lhe. A revolta, a dor, a angústia... Gostava de lhe dizer algo que a pacificasse, de lhe dar a receita certa para o seu sofrimento. Mas não o sei fazer. A única coisa que lhe posso dizer é o que contou para mim, o que foi importante, o que me devolveu esperança e chão. Nunca se esqueça que é ele que está doente. Se o seu mundo caiu, imagine o dele! Dê-lhe todo o amor, carinho, espaço, silêncio... tudo o que sentir que eles está a precisar. Dê-lhe força. Ajude-o a acreditar. Mas respeite os dias tristes. Não se zangue. Às vezes as pessoas doentes são muito muito chatas, inseguras, egocêntricas. Nesses momentos não deixe que lhe falte a paciência, a sua. E tenha força. Vá buscá-la aos seus amigos, aonde for. Mas tenha sempre um bocadinho de força de reserva. Para ele e para si. Muitos beijinhos.

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05
Out15

Votei

por Inês P Queiroz
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Este domingo fomos a uma festa de aniversário de uma menina de 3 anos. A conversa foi à volta das eleições e dos resultados, da abstenção, dos vencedores... Farta da conversa e ainda sem saber em quem votar decidi testar a capacidade de encaixe da malta da minha mesa de voto. Votei mascarada, a única forma de sobreviver a esta palhaçada.

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24
Set15

vazio

por Inês P Queiroz

não tenho nada para dizer. Ou não me apetece dizer nada. Hoje passou-me pela cabeça acabar com este blog, tal é o vazio. é o que me ocorre dizer.

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17
Set15

Por cada porta que se fecha...

por Inês P Queiroz

abre-se uma janela. No caso, uma fronteira. A Hungria fechou, a Croácia abriu. Histórias assim, ou como a dos cidadãos austríacos que vão nos seus carros buscar refugiados à Hungria, fazem-me acreditar nas pessoas, na generosidade. O que não é coisa pouca

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15
Set15

Ainda os refugiados

por Inês P Queiroz

A ignorância e o preconceito são dois dos maiores obstáculos a esta crise de refugiados que se vive. Não falo dos políticos e governantes europeus (embora, em muitos casos, também se aplique a eles). Falo de pessoas como nós, da sociedade civil, das pessoas com as quais nos cruzamos, com quem trabalhamos, que pertencem ao nosso círculo de amigos e/ou familiares. "Mas nós não temos trabalho para nós, quanto mais para estes" "Os árabes são terroristas" "E quantos do Estado Islâmico não estão entre eles?" "Querias ter um como teu vizinho?" Oiço estas frases e sinto um arrepio. No corpo e na alma. Ah e tal em Portugal não há xenofobia, somos um país de brandos costumes... a sério? Quando oiço da boca de um miúdo de 16 anos frases como as que aqui escrevi fico verdadeiramente assustada. Porque há algum adulto que lhe passa essa "verdade absoluta do mundo" e porque ele, com 16 anos não tem qualquer capacidade crítica de pensar sobre a informação que lhe passam. Da minha parte, vou tentando educar os meus filhos para serem tolerantes, para perceberem a sorte que têm em viver num país à beira-mar plantado. Não sei se vou ser bem sucedida. Até ver parece que sim. O importante é tentar, e não desistir de lutar contra a ignorância.

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15
Set15

A corrida

por Inês P Queiroz

Há muito que aqui não falo da corrida. Ando a atravessar uma monumental crise de motivação, ou de falta dela. Tudo começou no fim de Julho com uma cirurgia que me impediu de correr durante um mês. Pensava eu que voltar seria fácil. Estava no meu pico de forma, a correr a 5,50m por km (para mim é um feito). Mas não foi. Foi, aliás, muito difícil. Pelo meio uma consulta de pneumologia, e hiper reatividade brônquica diagnosticada. E depois, bem depois não há desculpas. Deixei-me ficar no sofá. Arranjei mil e uma desculpas. Mas eu não sou um ovo podre. E tenho tentado, devagarinho, voltado a correr. Na semana passada foram duas. Uma de 5km e outra de 6,5km na companhia do meu filho (eu a correr, ele de bicicleta). Ainda estou muito longe de voltar à forma em que estava antes de parar, mas não vou desistir. Não posso. Não quero. Sou uma pessoa mais equilibrada, mais satisfeita, quando corro. Por tudo, pelo exercício, pelo cansaço, pela superação, pelo desafio. É muito fácil arranjar desculpas para não correr. é, aliás, o mais fácil. Mas eu não vou enveredar por aí. E já estabeleci um mega desafio que vou ultrapassar. Vão ver!

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14
Set15

Nem vos digo nem vos conto...

por Inês P Queiroz

O jantar de quinta-feira foi uma verdadeira desgraça. Há muitas fotos que comprovam que o espírito da rambóia desceu literalmente em mim tais são as figuras tristes... O que interessa é que não só fui ao jantar, que foi para lá de espetacular, como ainda por cima fui dar um pezinho de dança com uma das amigas do jantar, a minha querida Sónia. As outras não tiveram pedalada.

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Esta é a minha única fotografia decente.

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As outras, muito mais divertidas, não vou colocar porque envolvem outras meninas. Mas foram um real espetaculo, é que tenho para dizer. Ah, e foram tiradas pela querida Inês, da afterclick.

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