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Depois de um dia mau pode haver um céu estrelado. O meu reino.


27
Out16

Cheira a Natal?

por Inês P Queiroz

Este está a ser, a muitos níveis, um ano bastante atípico. Nenhuma catástrofe: não me morreu ninguém, mas tudo somado... irra que nunca mais chega o dia 31 de Dezembro!

Quero, com todas as forças da minha pessoa, que este ano acabe, que haja uma desculpa para pensar num novo ano, em novos sonhos e metas para cumprir. Mas, enquanto o ano não acaba vou pensando no que aí vem: o Natal. Eu já fui uma profissional do Natal. Lanches e jantares com amigos, casa decorada a rigor, prendas compradas com antecipação... mas depois morreu o meu pai e as coisas nunca mais foram as mesmas, pelo menos até nascer a Alice.

Este ano quero que, na medida do possível, volte o espírito natalício à nossa casa.Já decidi que vou fazer as prendas das minhas amigas e das suas filhas. Ideias não me faltam e até já comecei nas costuras. Pareço as lojas de decoração que começam as vendas no início de outubro. Não há fome que não dê em fartura...

Entre saquinhos, bolsas, saias e calções acho que todas vão ficar satisfeitas.

Macacos me mordam se não faço deste um Natal especial.

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23
Out16

Sabe quem me conhece que não gosto de chuva, muito menos do inverno e da mudança de hora. Mas este ano ando tão cansada que adoro fins de semana como este, em que se fartou de chover, e anseio pela mudança de hora.

Casa, manta , sofá, tricô, um livro e pouco mais.

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10
Out16

Oito anos de saudades

por Inês P Queiroz

Oito anos e umas quantas horas de uma saudade imensa. Por vezes mais branda, por vezes quase imperceptível. Mas outras vezes violenta, arrasadora. Têm sido assim estes últimos oito anos desde que o meu pai me morreu. Muitas vezes tenho falado nele nestes últimos tempos, nem sempre pelos melhores motivos. Tive uma infância marcada por um pai muito autoritários, por vezes injusto nos seus comportamentos e decisões. Mas, felizmente, conseguimos ultrapassar todos esses momentos com ele ainda vivo. Falámos bastante sobre isso, sobre o quanto ele o lamentava, o quão triste eu fui enquanto adolescente... Eu cresci muito tempo de costas voltadas para o meu pai, por não perceber a sua dureza, o seu autoritarismo. Mas consegui voltar-me para ele e apreciar a sua companhia, os seus conselhos com o meu filho, com a minha vida. Em dias como o de hoje dava anos de vida para o poder ter aqui comigo de novo.

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