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Depois de um dia mau pode haver um céu estrelado. O meu reino.


18
Dez15

Para parar e pensar

por Inês P Queiroz

Este é um vídeo aterrador, que nos deveria fazer pensar a todos: não apenas pais, não apenas pais de raparigas. Mas a todos. Todos os que dizem piadas ofensivas sobre miúdas, todos os que as ouvem sem dizer nada, todos os que não re+rimem os filhos quando o fazem... Todos os que continuam a pensar que a culpa é delas.

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18
Dez15

Prendas de Natal #1

por Inês P Queiroz

Faltam tantas que tenho um misto de medo e vergonha de as contar... Todos os anos, mais ou menos desde que o meu pai morreu, é a mesma coisa: prometo a mim mesma que vou voltar a adorar o Natal, a planear as ementas e as prendas com antecedência, a tratar das decorações, das bolachas e tal... e todos os anos acontece o mesmo: a uma semana do Natal ando neste misto de tristeza e azáfama. Sinto-me sugada em vez de feliz, cansada, sem ânimo. Mas a tentar.

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18
Dez15

LOL

por Inês P Queiroz

Já eu sou a melhor a furar os meus dedos...

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18
Dez15

Do cansaço

por Inês P Queiroz

Ando tão mas tão cansada que costurei um dedo, num dos meus serões a fazer prendas de Natal. E ainda não levo nem metade dos dois meses que vou estar sem empregada...

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14
Dez15

O Porto

por Inês P Queiroz

Sou uma apaixonada pelo Porto. Em pequena, atravessar a ponte da Arrábida significava que já só faltava uma hora para chegar "à terra". Só adulta percebi verdadeiramente o seu encanto. A Foz, a Ribeira, a Baixa, a Rua das Flores... Há sempre tanto a ver. Na sexta-feira tive de ir ao Porto em trabalho. Confesso que estas deslocações rápidas, perto do Natal, numa altura em que acuso o desgaste de um ano de trabalho e em que os miúdos se ressentem das minhas ausências, nunca sao vividas com grande entusiasmo. Mas desta vez fui pelo menos com tempo para um passeio a pé. Almocei (às 16h) numa esplanada, comprei lã, tecidos e pinhões e tive tempo para estar comigo. Desta vez troquei o hotel manhoso por um b&b espetacular. A Casa Carolina, na rua de Cedofeita. Aconselho a todos. Uma casa bonita, com quartos espaçosos, limpos e quentinhos. Adorei. Fiquei com alguma pena de não ter ficado o dia de sábado para ir às compras, mas lá está, a família estava à espera. E a receção foi espetacular. Mas não tarda voltarei. A dois.

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11
Dez15

Ainda a maldade

por Inês P Queiroz

Pergunto-me o que leva alguém a deixar comentários odiosos no blogue de outra pessoa. A sério. É pura maldade? Inveja? Falta de ocupação? Desamor pelo próximo? Não estou a falar de comentários em blogues que defendam ideias que atentem contra liberdade. Estou a falar de blogues de pessoas normais, que falam da sua vida, do que as apoquenta, dos seus sonhos, dos seus filhos, do seu dia a dia... Poderão sempre dizer-me que quem anda à chuva molha-se e que quem expõe a sua vida está depois sujeito a este tipo de reações. Mas, desculpem-me, não consigo concordar. A meu ver não há nada que justifique o grau de ódio, de veneno, de maldade que existe em muitos dos comentários que por aí pululam. Eu tenho este espaço que surgiu como uma escape a um momento mau da minha vida. A minha doença. Por norma tenho mais tendência para escrever quando estou triste do que quando a vida me corre de feição. Mas isso abre a porta a um tipo de exposição que nem sempre estou disposta a fazer. E por isso acabo por escrever pouco. A maior parte das pessoas que conheço na blogosfera costuma falar de um lado mais solar da sua vida. E o facto de o fazer não significa que tudo seja bonito e cor de rosa. Todas as pessoas têm problemas. Há pessoas que atravessam grandes dificuldades, claro, e que têm problemas que nem sequer imaginamos. Mas duvido que essas percam tempo em blogues a acusar outros por serem felizes ou por exporem o seu bem estar. Essas pessoas estão ocupadas a tentar ultrapassar as muitas dificuldades que atravessam. Têm lá tempo para andar a maldizer a vida dos outros. Mas não são essas as pessoas que, por norma, envenenam. Quem o faz, quer-me parecer, são os que adoram passar a pente fino todos os blogues ditos pessoais para ficarem a conhecer a vida de alguém que nunca viram na vida. E não o fazem com o espírito de "deixa-me lá ver em que embrulhada anda a Sónia metida", ou "Será que o o Mateus está bem". Nada disso, estas pessoas maldosas não querem espreitar a vida dos outros para a seguir como uma novela fazendo um ou outro comentário, tentando dar conselhos ou opiniões. Esse tipo de coisas quem faz são as pessoas queridas, aquelas que se sentem próximas, que se identificam, que desejam o bem, que gostam que os outros usufruam de uma boa vida, mesmo que seja um vida que não podem ter. Estas pessoas más, vis, mesquinhas, andam pelos blogues para tentar preencher um qualquer vazio que vivem. E conseguem dizer as coisas mais maldosas e impensáveis. Desejam a morte, criticam violentamente tudo que é escrito, qualquer opinião, qualquer roupa, qualquer iniciativa. Têm sempre um rol de insultos pronto a ser libertado a cada post. Para essas pessoas as bloggers são umas meretrizes que têm a desfaçatez de expor a sua vida burguesa quando há pessoas a morrer à fome. E se, pelo contrário, as bloggers se manifestam preocupadas com um qualquer problema, são igualmente rameiras porque são fingidas. Já para não falar do ódio pelas viagens, pela roupa, pelas casas, pelos filhos, pelos maridos... Por tudo, na verdade. Como é que têm tempo para isso? Como é que se dão ao trabalho de perder tempo a odiar quem não conhecem? É coisa que me faz muita confusão, confesso. Eu que me queixo frequentemente da falta de tempo, não consigo perceber como há quem o tenha em sobra, para se dedicar a isto.

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10
Dez15

Pessoas más

por Inês P Queiroz

Pessoas más, eu sei que deve ser do caraças dar de caras com pessoas de bem com a vida.

Com pessoas felizes, que querem fazer coisas, que se interessam pelo seu trabalho, pelo bem estar da sua família, que ainda têm tempo para iniciativas de solidariedade e para os amigos.

Pessoas que correm, que fazem vendas solidárias, que riem e choram, que viajam, que vão ao teatro e ao cinema, que jantam com os amigos...

Deve ser cansativo e , sobretudo fodido ver que há pessoas felizes.

Mas a vida é mesmo assim: fodida. E há que esgravatar muito para ver a luz e para ser feliz apesar de toda a merda que se vive, apesar de todos os pesares.

Vocês acham, pessoas más e merdosas, que as pessoas que estão de bem com a vida, e que partilham isso nos seus blogues, não têm momentos maus? Não têm momentos infelizes? Não têm vontade de bater nos filhos, de matar os maridos? Não se sentem frustradas? Não perdem amigos e familiares? Não se zangam? Não se separam? Não choram? Não têm dores?

Têm, ou vocês, apesar de pessoas más, também são estúpidas? O que vos distingue das pessoas felizes é essa aura de merda que vos acompanha. Esse ver apenas o lado escuro, o copo meio vazio que tanto vos martiriza. Deve ser muito fodido chegar ao fim do ano e ver que este foi mais um ano merdoso, em que nada de realmente importante aconteceu. Mas sabem uma coisa? Em vez de irem para os blogues dos outros destilar veneno e inveja, olhem para vocês e façam alguma coisa pela vossa vida.

E já agora, se tiverem dinheiro, façam também terapia.

Apre!

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09
Dez15

Hoje foi um daqueles dias do demo. Sempre a correr e sempre com a sensação de não chegar para as encomendas, de não estar a cumprir os mínimos olímpicos. Hoje foi um dia mau, daqueles em que chego ao fim com uma enorme vontade de me atirar para o sofá a chorar. Hoje foi um dia em que me deixei levar. Não foi o primeiro e não será o último. E nem sequer é coisa que me aconteça apenas a mim. Hoje foi um dia de merda.

A boa notícia é que já acabou.

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04
Dez15

Ainda a venda solidária

por Inês P Queiroz

apesar de muito entusiasmada com a iniciativa, a verdade é que ainda não tive tempo para separar a roupa e acessórios para levar no domingo. E começa-me a parecer que não vou conseguir fazer tudo o que é necessário, a começar por conseguir estar presente.

É que, para além de não ter conseguido separar mais do que um saco de coisas, não sei como é que vou conseguir montar o espaço tal é o número de coisas que tenho para fazer este fim de semana. Já para não falar que a minha experiência nestas coisas é zero.

na pior das hipóteses será uma tarde bem passada e, assim como a Ana e a Sónia, metade do valor que eu conseguir com a venda irá direitinho para a Ajuda de Mãe.

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03
Dez15

Rir assim

por Inês P Queiroz

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com vontade, de sorriso aberto. Já tinha saudades. Obrigada ao maridão pelo fantástico fim de semana abroad.

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02
Dez15

O desafio veio da Ana, essa doida que anda sempre à procura de sarna para se coçar. Ela é maratonas solidárias, vendas e sei mais lá o quê. Pois é, desta vez ela estava a sentir-de sozinha e decidiu alargar a maluquice a outros, eu incluída. E por isso cá ando, a varrer armários, a tentar dar nova vida a roupas e acessórios. Meus e a da Alice. Vai ser no próximo domingo à tarde. Apareçam. Parte das vendas vai reverter para a Ajuda de Mãe. Aproveitando o espírito natalício, todos podem na medida do possível ajudar esta instituição de muitas outras formas. Ora vejam lá como:

- Apoio monetário para o bom funcionamento no dia a dia da Instituição;

- Roupa e Acessórios para grávidas e para bebés;

- Material de Puericultura: esterilizadores, biberões, chuchas, termómetros;

- Mobiliário de bebé: cadeirinhas, carrinhos, alcofas, camas de grades;

- Produtos de higiene para as mães e para os bebés: champôs, gel banho, sabonete, creme para o rabinho do bebé, cotonetes, soro fisiológico;

- Fraldas (até aos nove meses) e toalhitas;

- Produtos Alimentares: leite em pó para biberão (de preferência de 3 meses) e papas.

- Para Transferências Bancárias: 003300000006032866605 * NIF da Ajuda de Mãe: 502 617 780 Apareçam!

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