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Depois de um dia mau pode haver um céu estrelado. O meu reino.


22
Mai14

olá pessoas

por Princesa das estrelas

Esta manhã foi assim: enquanto me vestia no seu quarto, sentei-a na cama. De repente comecei a ouvir um «oiá, oiá». Era ela, a minha pequena princesa e espreitar-me e a dar-me os bons dias. Fica impossível manter o mau humor.


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Esta semana tem estado na ordem do dia o texto que o Observador fez sobre o skinhead Mário Machado. Resisti muito a escrever sobre este assunto até porque acho que só o facto de aqui escrever o nome desse homem é mau, é sujo, é um atentado à decência.  A pessoa em questão é um skinhead confesso, preso por vários crimes relacionados com os seus ideais de sociedade que vão, logo à partida, contra a nossa constituição.
Para este senhor um preto, um cigano, um chinês, um índio são mesmos pessoas do que ele é, como tal deveriam ter menos direitos ou, em alguns casos, morrer (como aconteceu com o Alcino Monteiro, o homem espancado até à morte por um bando de skinheads no qual se incluía Mário Machado) na noite de 10 de Junho de 1995).
Esta semana o Observador fez um texto sobre a história de amor de Mário Machado. E eu ainda não consegui perceber o porquê. Juro que tentei. Tenho vários amigos a trabalhar neste novo projecto, respeito profissionalmente alguns dos que estão à frente dele... Mas por mais voltas que dê não consigo vislumbrar uma explicação razoável para aquele texto. Para mim jornalismo não é apenas encontrar um novo ângulo, uma visão diferente para a realidade. O jornalismo nunca pode esquecer a sua função social. O jornalista não existe apenas pela história, para isso temos os escritores. A vontade de contar uma bela história nunca por nunca sempre sobrepor ao resto. Principalmente quando o resto é humanizar um criminoso. Um homem que semeia crimes de ódio, que não está arrependido do que fez, que continua fiel aos seus princípios. E que, pelo meio, conseguiu o apoio e admiração de uma "beta" de Cascais.
Eu nada tenho que ver com a história de amor destes dois. Cá para mim estão bem um para o outro. Mas sinto um arrepio quando, logo no arranque, um jornal que se quer de referência, faz uma história destas.
A respeito deste tema recupero aqui um texto do Rui Tavares. Vale a pena ler.

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