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Depois de um dia mau pode haver um céu estrelado. O meu reino.


30
Dez13

Amigos

por Inês P Queiroz
Eu adoro os meus amigos. Sei que soa a banalidade mas os amigos são mesmo do melhor que a vida nos dá.
Costumo dizer que não escolhemos a família (embora não me esteja a queixar da minha) mas os amigos, esses são peças do puzle que vamos montando ao longo da nossa vida. Fazem parte integrante dela e ajudam a definir-nos enquanto pessoas. Há os amigos mais recentes, os mais antigos que vêm desde a adolescência (esses mais raros porque o nosso processo de crescimento muitas vezes nos conduz em direcções opostas) e os que nem nos lembramos de onde vêm mas que são indispensáveis à nossa vida.
Eu tenho vários amigos e espaço no coração para todos eles. Aqueles de quem sou mais chegada são os que fui conhecendo já em adulta, muitos deles nos locais onde trabalhei e os que herdei do meu marido. Aqueles que conheci por serem seus amigos mas que hoje são tão meus como dele.
Nesta quota parte dos amigos herdados cinto alguns dos mais queridos. O Ricardo e a Sofia são desses amigos. Quando estamos juntos o tempo voa, a conversa flui... Rimos tanto quando estamos juntos... E até os nossos filhos são amigos. Estão mais de um ano sem se verem e quando se reencontram é como se tivesse sido ontem a última vez que estiveram juntos.
Sabe muito bem vê-los e estar com eles. Mas fico sempre a pensar como é possível estarmos tanto tempo sem nos vermos. Não é suposto ser assim. 
E deixa-me sempre um bocadinho triste saber que vai demorar muito mais do que deveria até voltar a estar com eles. 

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27
Dez13

É só para avisar

por Inês P Queiroz
Que estão a chegar as resoluções de Ano Novo.

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27
Dez13

Os saldos da zara...

por Inês P Queiroz
Estão mesmo a começar... Mas cheira-me que não vão ser para mim... Este ano o Natal já vai caro:
Uma televisão avariada, um microondas falecido, um avião perdido...
Buá!

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27
Dez13

Amores

por Inês P Queiroz


É tão bonito vê-los juntos. Há tanto amor e gargalhadas quando brincam. Pergunto-me como tudo era possível antes de eles serem dois.






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27
Dez13

E 5 dias depois...

por Inês P Queiroz
Continuo a sonhar com o avião que perdi...

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27
Dez13
Eu sei que é Natal e é a festa da família e que devemos estar muito agradecidos por tudo o que temos, mas já estou cansada desta coisa de andar com as avós atreladas. Leia-se a minha sogra e a minha mãe. Hoje consegui escapar por uma hora para ir à worten comprar um microondas e para beber um café a sós com o meu gajo e nem queria acreditar.
A sério... A coisa de não poder ajudar, nem ser espontânea dá cabo de mim. A minha sogra quer agir como se ainda tivesse 40 anos e pudesse fazer tudo sozinha. É uma luta para conseguir que deixe que a ajude no que quer que seja. Resultado: chega ao fim do dia cansada, exausta, de rastos.
A minha mãe está a passar-se por não poder ajudar.
E eu estou-me a passar com as duas.
Socorrrooooo

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26
Dez13

Oh... Já acabou

por Inês P Queiroz
O Natal já lá vai... Que pena. Este foi o primeiro Natal da Alice. Não foi um Natal passado a 4 mas a 6, na companhia das avós. Que são o que nos resta. O pai do meu marido morreu há muitos anos ( tinha o meu marido 16) e o meu também já morreu há 5 anos. E por isso o Natal é sempre um bocadinho triste, porque penso sempre em como seria melhor e mais especial se o pudéssemos partilhar com os avôs... Mas é o que temos e eu que defendo que devemos aproveitar o que q vida nos dá, esforço-me sempre por fazer do Natal uma época especial.
Este ano não foi em nossa cada, como costuma ser. Viemos para a Madeira, para a casa da minha sogra. Para mim é sempre estranho passar o Natal longe das minhas coisas, do meu canto, mas percebo que para o meu marido fosse especial vir até aqui, até à sua terra, com a filha e restante família.
Fomos à noite do mercado, na noite de 23, andámos pela cidade com a Alice e o Henrique. Foi muito divertido. Bebi a minha pincha e. O,i a minha sandes em carne de vinha de alhos. O horário foi um bocadinho diferente dos outros anos, mas foi om, teve um gosto muito especial. A Alice esteve sempre super atenta aos sons e às cores. O Hemrique divertiu-se imenso com o seu amigo Henrique Figueira.
Já fomos à esplanada do Golden e do café doTeatro.
Ainda nos falta fazer muitas das coisas que gostamos d fazer quando cá estamos, mas ainda temos tempo... Não é preciso correr.
Vou tentar saborear estes dias que ainda temos pela frente. O que nem sempre é fácil, estando eu numa casa que não é a minha...

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25
Dez13

Inspira, expira... Está tudo bem

por Inês P Queiroz
Só hoje, três dias depois do meu atestado de estupidez, consigo falar sobre o que me aconteceu.
Tínhamos viagem marcada para a Madeira. Dia 22, voo das 10h20. Tudo marcadissimo há meses. Tudo em cima. Chegámos ao aeroporto antes das nove, fizemos tudo o que era necessário e sem grande preocupação.
E depois? Bem, depois fomos ver a nova área de compras do aeroporto e perdemos o avião. Assim, sem dó nem piedade. Eu juro que olhei para o relógio e vi 9 horas. Mas na verdade eram 10. E quando dei conta do erro era tarde demais. Um avião não é como um comboio, não podemos chegar à porta de embarque 10 minutos antes. Tem de ser 40. É a minha frustração foi tão grande que desatei a chorar. Como é que foi possível? Ainda hoje, três dias depois não consigo perceber como perdemos aquele avião e o stresse que se seguiu. Tentar encontrar novo ovo para três adultos, uma criança e um bebé para um dos destinos mais procurados nesta altura... 
Conseguimos, depois de pagarmos mais 700 euros ( só havia lugares em executiva); tivemos de viajar separados e no meio da confusão a senhora da tap pôs-me a mim é à Alice sozinhas, em vez de ter colocado um dos outros adultos. E já não se pode desfazer o engano porque corríamos o risco de ficar sem o lugar. Como se isso não bastasse, o lugar disponível era num voo para Caraças com escala no Funchal e a Alice não tem cartão do cidadão, apenas o registo de nascimento. E aquele raio daquele voo obriga a passar no SEF... Outro filme, eu quase em lágrimas de tanto stresse...
Tudo está bem quando acaba bem. Ninguém se magoou, ninguém está doente, chegámos todos ao nosso destino. Mas a verdade é que me sinto como se tivesse sido atropelada por um camião.
A ironia disto tudo é que estive uma hora dentro do avião à espera. O raio do avião da manhã não atrasou bem um minuto mas o da tarde, em que viajava em executiva, atrasou uma hora... É preciso ter azar.
Feliz Natal.

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18
Dez13
Há já algum tempo que não era presenteada com uma frase deste género. Mas aconteceu ontem. E não foi nada bonito, devo confessar.
O meu filho tem a mania de deixar sempre parte do lanche para comer.
Eu não lhe mando muita comida (apenas uma sandes e um pacote de leite ou iogurte) apesar de ele ter dois recreios. Tenho o cuidado de lhe perguntar o que é que ele quer comer, não repito as mesmas coisas todos os dias.. e mesmo assim o gajo traz sempre qualquer coisa para trás. A semana passada estragou uma sandes, que levou e trouxe de volta duas vezes, as suficientes para o fiambre azedar; esta semana não bebeu um iogurte e, noutro dia, deixou ficar o pacote de vigor do dia.
Passei-me, deu-me mesmo um ataque de mau feitio e cansada que estava de estar sempre a ralhar, decidi optar por outra estratégia: ontem não lhe fiz lanche.
O meu marido ainda me mandou um SMS a avisar que me tinha esquecido do lanche e para passar na escola a deixar. Mas respondi-lhe que não, que tinha feito de propósito, para que o Henrique desse valor à comida.
À tarde, quando o fui buscar à escola, e depois do beijinho da praxe, perguntei-lhe como tinha corrido o dia. "Bem", respondeu-me ele, atalhando "esqueceste-te de mandar o lanche, mãe". 
Quando eu lhe disse que não me tinha esquecido e que não lhe tinha mandado o lanche para ele dar valor à comida passou-se. Literalmente. Ficou lívido. Começou aos gritos: que eu não gostava dele, que não era boa mãe, que só me preocupava com o trabalho e nunca com ele.
Ignorei até onde consegui. Mas quando, já em casa, me fechou a porta do quarto na cara, apanhou uma bofetada. E depois foi o choro, o grito...
deixei-o sozinho no quarto a recuperar a calma e o juízo.
Passados uns 15 minutos conseguimos falar: ele ainda de olhos completamente vermelhos e eu a tentar explicar que não se pode deitar comida fora e que, apesar de gostar muito dele,se voltar a mandar o lancche para trás vai voltar a ficar sem ele.
Educar não é fácil, meus amigos. E este rapaz tem dias em que é um desafio maior do que posso suportar.

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18
Dez13

Quarta-feira? A sério?

por Inês P Queiroz
Domingo temos de estar no aeroporto às 9h00 da matina prontos para quase duas semanas fora o que, com uma bebé, significa tralha, muita tralha.
amanhã tenho uma reunião na Fnac às 10h30, sexta-feira tenho outra no Porto... e o tempo está a escapar-se por entre os dedos.
Ainda não acabei a apresentação que tenho de levar para as reuniões, ainda não fiz as malas, ainda não arranjei mãos, pés e afins... estou a enlouquecer, a sério que estou.
Socorrooooo

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17
Dez13

Lado B de fazer duas sestas...

por Inês P Queiroz
Acordar as 6h20 como se fossem 9h. 
Argh... Odeio o lado B da maternidade.

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15
Dez13

Já acabou? A sério?

por Inês P Queiroz
Estou com sérias dificuldades em acreditar que o fim-de-semana acabou... A sério, foi tão curto, tão preenchido, com tão pouco tempo para descansar...
Ontem fui a Coimbra e voltei. Sozinha a conduzir para lá e para cá. Trabalho. Cheguei a casa às oito e meia e já cá tinha os meus convidados para jantar. Deitei-me perto da uma da manhã. A Alice acordou antes das sete. Levantei-me, estive a brincar com ela, dei-lhe o biberão e não mais dormi. Quer dizer, ainda passei pelas brasas por volta das nove, mas nada que se compare com um sozinho dormido na nossa cama. Almoço de Natal em casa da minha amiga Lina. Seis crianças à mesa, mas três que ainda não se sentam. Tratar da criançada, almoçar com gosto, ajudar a arrumar a cozinha, voltar para casa, tratas de arrumar, fazer mais bolachas de Natal, tratar da mais nova, arrumar, fazer uma máquina de roupa... Ufa! Precisava tanto de um dia para descansar... Amanhã?

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15
Dez13

Lobo Antunes

por Inês P Queiroz
A minha relação com o António Lobo Antunes é tudo menos pacífica. Respeito-o imenso como escritor. "A explicação dos Pássaros" foi dos livros que mais me marcaram no inicio da minha vida adulta. Mas, a par desta aura do escritor há o resto: as duas palavras quando se refere a outros, alguns dos seus textos, a sua afamada misogenia... Há quase tanto a unir-nos como a separar-nos.
Mas depois, bem depois há textos como o que ele escreveu na última edição da Visão e eu sinto-me de novo perto dele, tanta é a afinidade.
Este texto é absolutamente desarmaste, triste e bonito na sua verdade. Eu também frequentei uma sala de quimioterapia; também vi alguns que um dia deixaram de aparecer; e, como ele, nunca senti tanta dignidade por metro quadrado.
Mas nunca seria capa de um texto com tanta grandiosidade.
Obrigada, António Lobo Antunes.
P.S. Vou tentar encontrar o link do texto para o colocar aqui.

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14
Dez13

Ugly sweater

por Inês P Queiroz
Desde "O Diário de Bridget Jones" que anseio pelo momento em que o meu marido vai aparecer na ceia de Natal com uma ugly sweater. Como os anos vão passando e ele não se toca, decidi compensar nos filhos.
Este ano o Henrique terá a sua ugly sweater e a Alice um ugly dress.
Fica aqui a foto da camisola, comprada na zippy por uns incríveis €9,90
O vestido também é muito fofo. Cinzento porque já não havia vermelho. Mostro mais tarde.

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14
Dez13

Foi tão bonita a festa!

por Inês P Queiroz
O Henrique estava super concentrado. Nesta audição senti-o crescido. Não esteve o tempo todo na palhaçada, distraído, alheado. Quando cheou a sua vez de sair da zona do coro para tocar o seu violoncelo fê-lo muito bem é de forma bastante concentrada. Foi um orgulho pegado.
Este momento foi também a estreia da Alice nos concertos do mano e correu lindamente. Nem um choro para amostra. Nada!
No final fomos todos com a minha mãe jantar ao Buenos Aires, um dos sítios preferidos do Henrique.
E a querida Catarina, que estava cheia de saudades dele, ofereceu-lhe a sobremesa.
Um fim de tarde para lá de espectacular, essa é que é essa.

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13
Dez13

Bebé exorcista

por Inês P Queiroz
A Alice está uma fofura de bebé. Come lindamente, dorme a noite toda (quase sempre), é bem disposta que se farta... uma alegria de miúda.
Mas bolsa terrivelmente. É incrível a quantidade de leite que jorra daquela boquinha. Neste momento ela só faz duas refeições de leite: de manhã e ao lanche mas, por junto, deve bolsar quase 1/3 do que bebe. é aflitivo. Não é que ela se rale - porque continua bem disposta. Não é que ache que algo de grave se está a passar com ela - a pediatra já disse que é algo que acontece com mais frequência do que pensamos e ela continua a aumentar de peso alegremente. Mas é uma grande chatice: suja-se toda, suja-me toda, não pode andar como as outras meninas, sem babete... e às vezes juro que assusta. Parece o exorcista. Só lhe falta andar com a cabecinha à volta.

Ah, e não me venham falar de teorias sobre o leite: ela bolsava imenso quando era o meu leite e agora bebe um leite todo xpto anti refluxo e bolsa na mesma. Sim, e também já tentei o truque da papa no leite (truque recomendado pela pediatra). Hoje mudei-a três vezes antes de sair de casa...

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13
Dez13

As minhas gajas

por Inês P Queiroz
Já o são há muitos anos. Elas são as minhas gajas antes do meu gajo ser meu gajo, antes dos meus filhos existirem... Elas são um pedacinho de mim, completam-me. Dantes estávamos mais vezes juntas. Agora só anualmente conseguimos estar as quatro. Vou-as encontrando, mas nunca as quatro ao mesmo tempo.
Mas de cada vez que estamos juntas é como se a última tivesse sido na semana passada. Há risota, má língua, confidências, copos de vinho, gargalhadas, atropelos de palavras e de ideias, mais risos, bocejos, lamentos porque é tarde e amanhã temos de acordar cedo, troca de fotos de filhos, revelações de novas férias, de novas tristezas, de novas alegrias. Abraços e mais risos.
E no fim fica sempre aquela vontade de não deixar passar um ano. Um ano é muito tempo e nós gostamos demasiado umas das outras para deixar que o tempo seja assim, tanto... 356 dias, 52 semanas...
Mas com elas é como se o tempo tivesse congelado. Continuamos as 4 no meu peugeot vermelho, continuamos a ir ao Lux e a dizer disparates a torto e a direito.
 E é tão bom que não posso mesmo deixar que passe um ano inteiro sem as ver.

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12
Dez13

Eu a fazer de Dona Dolores

por Inês P Queiroz
O futebol é onde quero que o Henrique se divirta. Ele tem a pressão das boas notas e da escola de música. Por isso, para mim, o futebol é pura diversão. Nunca me passou pela cabeça ser a nova D. Dolores. Nunca achei que o Henrique tivesse de me provar alguma coisa enquanto jogava à bola. 
É evidente que gostava quando jogava bem e fiquei muito feliz por ele quando foi chamado para jogar na selecção de 2004.
Mas as coisas começaram a descambar. Ele não tinha horário para treinar com a selecção do seu ano de nascimento e foi-nos sugerido que treinasse com os meninos nascidos em 2003. Porquei os crescidos puxariam por ele e na turma dita normal de 2004 já pouco tinha para aprender. Pois... Teoricamente era tudo muito bonito.
Mas a verdade é que os meninos nascidos em 2003 são uns marmanjos. Jogam mais e melhor, têm muito mais força. Têm um ano a mais: de vida e de futebol.
A adaptação foi difícil. Tão difícil que eu achava que era melhor ele voltar para uma turma normal para jogar pelo prazer.
Mas ele, esperto como é, em vez de desistir adaptou-se e aceitou o desafio da mister para ser segundo guarda-redes. 
Pois que não há coisa pior para o coração de uma mãe que ter o seu menino à baliza. Alguma mãe que gostasse de ver o seu filho na baliza que me diga, que partilhe comigo essa alegria, porque eu nao a percebo e não a sinto. 
O guarda-redes é sempre o culpado das desgraças da equipa. Para além de não ter graça nenhuma ver um puto 80 por cento do tempo de jogo parado, entre balizas, a olhar para os outros que, esses sim, estão a jogar à bola.
Ainda não consegui perceber se ele está a baliza para se conseguir integrar e para ser chamado para as competições (a equipa só tinha um guarda-redes) ou se é porque gosta. Cheira-me que será pela primeira razão. 
E apesar de detestar vê-lo à baliza, a verdade é que, quando penso no assunto, há que lhe tirar o chapéu. Em vez de continuar a chorar e a sentir-se mal  na equipa, tentou encontrar o seu lugar. Pode ser que resulte. Desde que se divirta.

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12
Dez13

Não ter pena

por Inês P Queiroz
«Pois e tal, e quando as equipas portuguesas jogam em competições europeias queremos muito que elas ganhem, porque estão a representar Portugal e tal»... sim, é muito bonito e, ao contrário da minha cara metade, é este o discurso que uso com o meu filho mais velho. Mas no fundo, bem no fundo, fartei-me de rir ontem com a derrota do Porto. Lamento, é mais forte do que eu. E lamento mesmo. É a única equipa que desperta em mim este tipo de anomalia 100.
Azarito. Vão para a liga dos pequeninos como nós.

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12
Dez13

Árvore de Natal

por Inês P Queiroz
A nossa árvore de Natal já anima as nossas noites. Este ano, ao contrário dos anos anteriores, não a fizemos no dia 1 (o meu marido bem que tentou comprá-la mas, não sei porquê, o IKEA trocou-nos as voltas e decidiu que este ano não venderia árvores de Natal).
Ficou para dia 2.
Apesar de não passarmos o Natal em Lisboa, esta é a primeira árvore de Natal da Alice e posso assegurar que, a julgar pela forma como fica hipnotizada a olhar para ela, gostou bastante.
A foto está um bocadinho torta e tal, mas dá para ver que a nossa árvore já está pronta.,
Só faltam as prendas!

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