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Depois de um dia mau pode haver um céu estrelado. O meu reino.


21
Dez06

...

por Inês P Queiroz
Hoje estou musical, deve ser do Natal

A música é grande! enche-me a alma, principalmente nos momentos mais tristes.

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21
Dez06

...

por Inês P Queiroz
Hoje estou musical, deve ser do Natal

A música é grande! enche-me a alma, principalmente nos momentos mais tristes.

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21
Dez06

...

por Inês P Queiroz
É Natal, é Natal

Um miminho.
O tempo que perdi a tentar decifrar a história deste vídeo. Sim, porque eu ainda não sabia inglês....
Feliz Natal

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21
Dez06

...

por Inês P Queiroz
É Natal, é Natal

Um miminho.
O tempo que perdi a tentar decifrar a história deste vídeo. Sim, porque eu ainda não sabia inglês....
Feliz Natal

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20
Dez06

A minha alma está parva

por Inês P Queiroz
O La Féria é o nome escolhido pela Câmara Municipal do Porto, na pessoas do seu mui nobre presidente (desculpem mas sou alérgica a escrever o nome desse fascista) para gerir o Rivoli. Palavras para quê?

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20
Dez06

A minha alma está parva

por Inês P Queiroz
O La Féria é o nome escolhido pela Câmara Municipal do Porto, na pessoas do seu mui nobre presidente (desculpem mas sou alérgica a escrever o nome desse fascista) para gerir o Rivoli. Palavras para quê?

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19
Dez06

Vamos lá a rir um bocadinho

por Inês P Queiroz


A vida vai correndo.
Há coisas que não se podem mudar, independentemente do nosso estado de espírito. O trabalho é uma delas.
Para aliviar as dores (do corpo e do espírito) meti-me a adaptar este livro. Precisava de algo divertido, leve, para me ausentar das tristezas.
E que livro!
Divertido, muito divertido.
Começo aqui a publicar algumas das preciosidades nele contidas.
Obrigada, Claudia Tajes

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19
Dez06

Vamos lá a rir um bocadinho

por Inês P Queiroz


A vida vai correndo.
Há coisas que não se podem mudar, independentemente do nosso estado de espírito. O trabalho é uma delas.
Para aliviar as dores (do corpo e do espírito) meti-me a adaptar este livro. Precisava de algo divertido, leve, para me ausentar das tristezas.
E que livro!
Divertido, muito divertido.
Começo aqui a publicar algumas das preciosidades nele contidas.
Obrigada, Claudia Tajes

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18
Dez06


For once in my life. Bennett e Stevie Wonder.

For once in my life I have someone who needs me

Someone

I've needed so long

For once unafraid

I can go where life leads me

And somehow I know I'll be strong
For once I can touch

What my heart used to dream of

Long before I knew

Someone warm like you Could make my dreams come true

For once in my life

I won't let sorrow hurt me

Not like it's hurt me before,

oh For once I've got someone I know won't desert me

'Cause I'm not alone anymore
For once I can say

This is mine, you can't take it

As long as I've got love I know I can make it

For once in my life I've got someone who needs me

Bela prenda de Natal. Ainda não tenho.

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18
Dez06


For once in my life. Bennett e Stevie Wonder.

For once in my life I have someone who needs me

Someone

I've needed so long

For once unafraid

I can go where life leads me

And somehow I know I'll be strong
For once I can touch

What my heart used to dream of

Long before I knew

Someone warm like you Could make my dreams come true

For once in my life

I won't let sorrow hurt me

Not like it's hurt me before,

oh For once I've got someone I know won't desert me

'Cause I'm not alone anymore
For once I can say

This is mine, you can't take it

As long as I've got love I know I can make it

For once in my life I've got someone who needs me

Bela prenda de Natal. Ainda não tenho.

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18
Dez06
Ponto prévio: eu gosto do Natal. é verdade que este ano as coisas não estão a correr como nos anos anteriores... mas, mesmo assim, eu gosto desta época. dos doces, de escolher prendas, de ver as luzes nas ruas, de estar em família, de receber amigos...
Só que este fim-de-semana foi, no mínimo, intenso e se assim continuar garanto que há fortes probabilidades de passar a ser uma daquelas mulheres a que a palavra Natal provoca uma urticária generalizada.
Sexta-feira:
-sair do trabalho a correr para ir para casa tratar do filho e do jantar para dois familiares convidados
Sábado
- almoço em casa de amigos que terminou por volta das 17h
-corrida até casa para apanhar as prendas das amigas com quem ia estar num lanche de Natal. Lá trocámos prendas e demos o gato à tininha.
- corrida para casa para o jantar com mais dois amigos. Antes disso, rápida passagem pelo supermercado para comprar iguarias em falta.
Domingo:
- levar o filho ao parque porque o fim-de-semana não pode ser só para os adultos
- almoço com amigos da faculdade. Entre o frango assado e as batatas fritas, lá tivemos tempo para pôr alguma da conversa em dia (Su gostei de te ver embora tivesse um diabo de dois anos e meio entre nós), trocar umas prenditas e dar uns abraços.
- lar, doce lar, para meter o miúdo na cama. Isto sem sesta fica ainda pior.
- fim da tarde, voltamos para o carro. "Henrique, vamos ver o presépio da mãe da tia Catarina".
- Ás oito da noite lá fizemos a tão prometida visita à Avó Emília. Visita curtinha, e que deveria ter sido a maior porque, no fundo, são eles os que mais precisam de mimo e atenção.
Mas o Natal tem destas coisas, põe-nos loucos com a nossa própria agenda social.
E, por vezes, trocamos as prioridades.

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18
Dez06
Ponto prévio: eu gosto do Natal. é verdade que este ano as coisas não estão a correr como nos anos anteriores... mas, mesmo assim, eu gosto desta época. dos doces, de escolher prendas, de ver as luzes nas ruas, de estar em família, de receber amigos...
Só que este fim-de-semana foi, no mínimo, intenso e se assim continuar garanto que há fortes probabilidades de passar a ser uma daquelas mulheres a que a palavra Natal provoca uma urticária generalizada.
Sexta-feira:
-sair do trabalho a correr para ir para casa tratar do filho e do jantar para dois familiares convidados
Sábado
- almoço em casa de amigos que terminou por volta das 17h
-corrida até casa para apanhar as prendas das amigas com quem ia estar num lanche de Natal. Lá trocámos prendas e demos o gato à tininha.
- corrida para casa para o jantar com mais dois amigos. Antes disso, rápida passagem pelo supermercado para comprar iguarias em falta.
Domingo:
- levar o filho ao parque porque o fim-de-semana não pode ser só para os adultos
- almoço com amigos da faculdade. Entre o frango assado e as batatas fritas, lá tivemos tempo para pôr alguma da conversa em dia (Su gostei de te ver embora tivesse um diabo de dois anos e meio entre nós), trocar umas prenditas e dar uns abraços.
- lar, doce lar, para meter o miúdo na cama. Isto sem sesta fica ainda pior.
- fim da tarde, voltamos para o carro. "Henrique, vamos ver o presépio da mãe da tia Catarina".
- Ás oito da noite lá fizemos a tão prometida visita à Avó Emília. Visita curtinha, e que deveria ter sido a maior porque, no fundo, são eles os que mais precisam de mimo e atenção.
Mas o Natal tem destas coisas, põe-nos loucos com a nossa própria agenda social.
E, por vezes, trocamos as prioridades.

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15
Dez06

Olá Carolina

por Inês P Queiroz
A Carolina nasceu. O Natal chegou mais cedo com a vinda desta princesa que veio alegrar a vida de muitos.
Parabéns Carolina! Parabéns papás.

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15
Dez06

Olá Carolina

por Inês P Queiroz
A Carolina nasceu. O Natal chegou mais cedo com a vinda desta princesa que veio alegrar a vida de muitos.
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14
Dez06

Excursionar

por Inês P Queiroz
Ontem, quando cheguei a casa, tinha na caixa do correio um panfleto a anunciar umas fantásticas excursões a várias partes do nosso país. Do passeio natalício, com paragem em Fátima para pequeno-almoço de Natal, ao fim-de-semana na Serra da Estrela, eram várias as sugestões apresentadas, capazes de agradar muito boa gente.
Ao olhar para aquele panfleto não pude deixar de sorrir. Ao contrário deste tipo de excursões - que se destinam apenas a tentar vender produtos de uma tal empresa de seriedade duvidosa sob a desculpa esfarrapada de oferta de 2l de azeite (sim, é verdade) - lembrei-me das minhas excursões. Daquelas que fiz durante a minha infância com a minha família. Numa altura em que o dinheiro não era muito e as viagens de carro se resumiam à grande romaria anual à terra dos meus pais, o país foi-me dado a conhecer através dessas excursões, viagens organizadas por grupos de amigos e vizinhos que queriam passar algum tempo juntos e longe das suas vidas quotidianas, de muito trabalho e pouco lazer.
A minha mãe costuma dizer que fiz a minha primeira excursão com poucos meses de vida - O Bom Jesus, em Braga, foi o destino.
Depois das excursões familiares vieram as escolares... e que excitação. Lembro-me perfeitamente de não conseguir dormir com a excitação do dia seguinte, com o terror ante a possibilidade de não conseguir acordar a horas.
Hoje deixo-me seduzir pelo conforto do carro para viajar peloa país, faço-o com a minha família: somos três. É bom, muito bom. Mas ontem, senti-me nostálgica ao ver aquele panfleto. Tive saudades da camioneta cheia, do farnel para o almoço, do espírito de camaradagem entre vizinhos, da escolha do melhor lugar para a viagem.
Ontem apateceu-me ser pequenina outra vez.

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14
Dez06

Excursionar

por Inês P Queiroz
Ontem, quando cheguei a casa, tinha na caixa do correio um panfleto a anunciar umas fantásticas excursões a várias partes do nosso país. Do passeio natalício, com paragem em Fátima para pequeno-almoço de Natal, ao fim-de-semana na Serra da Estrela, eram várias as sugestões apresentadas, capazes de agradar muito boa gente.
Ao olhar para aquele panfleto não pude deixar de sorrir. Ao contrário deste tipo de excursões - que se destinam apenas a tentar vender produtos de uma tal empresa de seriedade duvidosa sob a desculpa esfarrapada de oferta de 2l de azeite (sim, é verdade) - lembrei-me das minhas excursões. Daquelas que fiz durante a minha infância com a minha família. Numa altura em que o dinheiro não era muito e as viagens de carro se resumiam à grande romaria anual à terra dos meus pais, o país foi-me dado a conhecer através dessas excursões, viagens organizadas por grupos de amigos e vizinhos que queriam passar algum tempo juntos e longe das suas vidas quotidianas, de muito trabalho e pouco lazer.
A minha mãe costuma dizer que fiz a minha primeira excursão com poucos meses de vida - O Bom Jesus, em Braga, foi o destino.
Depois das excursões familiares vieram as escolares... e que excitação. Lembro-me perfeitamente de não conseguir dormir com a excitação do dia seguinte, com o terror ante a possibilidade de não conseguir acordar a horas.
Hoje deixo-me seduzir pelo conforto do carro para viajar peloa país, faço-o com a minha família: somos três. É bom, muito bom. Mas ontem, senti-me nostálgica ao ver aquele panfleto. Tive saudades da camioneta cheia, do farnel para o almoço, do espírito de camaradagem entre vizinhos, da escolha do melhor lugar para a viagem.
Ontem apateceu-me ser pequenina outra vez.

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12
Dez06

Chegou o Natal

por Inês P Queiroz

Ontem fui à Baixa mostrar as iluminações de Natal ao meu filho. Ele, que é louco pelo Natal, pelas luzes, pelas cores, pelo pinheiro e pelo Pai Natal (desde que mantido a uma distância mínima de segurança, claro está).
Ontem fui à Baixa, subi e desci a rua do Carmo, circundei o sino gigante do Rossio, desci a rua Augusta, tirei a fotografia da praxe em frente à "maior árvore de Natal da Europa", subi a rua Nova do Almada e regressei a casa.
Ontem estive de mãos dadas com os meus dois amores (por imposição do mais pequeno dele, claro) e com uma amiga muito querida. Comemos castanhas, demos as mãos e rodopiámos, os quatro, qual de nós a criança mais pequena.
Ontem, inundados pela inocência de um miúdo de dois anos, estivémos ali, próximos, livres, nem que por breves segundos, alheados das nossas dores. E, pela primeira vez este ano, fez-se Natal no meu coração.

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12
Dez06

Chegou o Natal

por Inês P Queiroz

Ontem fui à Baixa mostrar as iluminações de Natal ao meu filho. Ele, que é louco pelo Natal, pelas luzes, pelas cores, pelo pinheiro e pelo Pai Natal (desde que mantido a uma distância mínima de segurança, claro está).
Ontem fui à Baixa, subi e desci a rua do Carmo, circundei o sino gigante do Rossio, desci a rua Augusta, tirei a fotografia da praxe em frente à "maior árvore de Natal da Europa", subi a rua Nova do Almada e regressei a casa.
Ontem estive de mãos dadas com os meus dois amores (por imposição do mais pequeno dele, claro) e com uma amiga muito querida. Comemos castanhas, demos as mãos e rodopiámos, os quatro, qual de nós a criança mais pequena.
Ontem, inundados pela inocência de um miúdo de dois anos, estivémos ali, próximos, livres, nem que por breves segundos, alheados das nossas dores. E, pela primeira vez este ano, fez-se Natal no meu coração.

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12
Dez06
Morreu o Pinochet...
porra, uma boa notícia em semanas.

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