Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Depois de um dia mau pode haver um céu estrelado. O meu reino.


25
Out06

Ser crescida é complicado

por Inês P Queiroz
Somos todas mulheres emancipadas, com o seu trabalho, casa, no meu caso, marido e filho. Lidamos com prolmeas diários de incompetência, estamos sempre a dizer "mas como é possível trabalhar com esse anormal?, porque não o despedem?", e coisas do género. Mas depois, na hora da verdade, quando depende de nós despedir alguém começamos a ficar com aquele frio na barriga e a desejar não ter de tomar essa decisão.
Passo a explicar: depois de muito penar decici contratar uma empresa para me angariar uma empregada. Explicados os requisitos à tal agência, mandaram-me uma empregada, a Marina. Pois bem, no primeiro dia a Marina deu a volta à casa, cheia de brios. Pensei que a coisa ia correr bem.
Mas, passada a euforia inicial, (ou, na gíria masculina, o tesão do mijo) a verdade é que a Marina deixa muito a desejar, especialmente tendo em conta que me foi apresentada como uma profissional. Demora 25 minutos para passar uma camisa, neste mês e meio de trabalho fez o jantar duas vezes (deveria fazer sempre), deixa coisas fora do sítio e não consegue pensar sozinha. Todos os dias tenho de lhe deixar um bilhete com todas as tarefas muito explicadinhas...
E agora sinto-me culpada porque lhe vou ter de dizer que não posso continuar com ela lá em casa. Acham isto normal? Logo eu que ando sempre a reivindicar.

Autoria e outros dados (tags, etc)

25
Out06

Ser crescida é complicado

por Inês P Queiroz
Somos todas mulheres emancipadas, com o seu trabalho, casa, no meu caso, marido e filho. Lidamos com prolmeas diários de incompetência, estamos sempre a dizer "mas como é possível trabalhar com esse anormal?, porque não o despedem?", e coisas do género. Mas depois, na hora da verdade, quando depende de nós despedir alguém começamos a ficar com aquele frio na barriga e a desejar não ter de tomar essa decisão.
Passo a explicar: depois de muito penar decici contratar uma empresa para me angariar uma empregada. Explicados os requisitos à tal agência, mandaram-me uma empregada, a Marina. Pois bem, no primeiro dia a Marina deu a volta à casa, cheia de brios. Pensei que a coisa ia correr bem.
Mas, passada a euforia inicial, (ou, na gíria masculina, o tesão do mijo) a verdade é que a Marina deixa muito a desejar, especialmente tendo em conta que me foi apresentada como uma profissional. Demora 25 minutos para passar uma camisa, neste mês e meio de trabalho fez o jantar duas vezes (deveria fazer sempre), deixa coisas fora do sítio e não consegue pensar sozinha. Todos os dias tenho de lhe deixar um bilhete com todas as tarefas muito explicadinhas...
E agora sinto-me culpada porque lhe vou ter de dizer que não posso continuar com ela lá em casa. Acham isto normal? Logo eu que ando sempre a reivindicar.

Autoria e outros dados (tags, etc)

24
Out06

Paragem rápida

por Inês P Queiroz
Até tenho muito para escrever.
O tempo está uma merda, o trabalho aperta, eu sinto-me cansada e apetece-me escrever. Mas não posso, está é apenas uma parage rápida. O Henrique está aqui ao colo e exige uma paragem obrigatória e demorada na página do Noody. "Queio bincai com o Noody, mamã". Lá vamos nós. Pode ser que dê para voltar mais tarde.

Autoria e outros dados (tags, etc)

24
Out06

Paragem rápida

por Inês P Queiroz
Até tenho muito para escrever.
O tempo está uma merda, o trabalho aperta, eu sinto-me cansada e apetece-me escrever. Mas não posso, está é apenas uma parage rápida. O Henrique está aqui ao colo e exige uma paragem obrigatória e demorada na página do Noody. "Queio bincai com o Noody, mamã". Lá vamos nós. Pode ser que dê para voltar mais tarde.

Autoria e outros dados (tags, etc)

19
Out06

Isto não está fácil - Parte II

por Inês P Queiroz
Pois é... a verdade é que o tempo passa mas as coisas continuam muito parecidas com o que estavam há uma semana.
O Henrique continua a adaptar-se à creche (já não bate em tudo o que mexe mas fica a chorar quando me venho embora); agora está até em casa da avó doente com uma infecção respiratória.
O trabalho continua em doses industriais.
E eu estou tão cansada que me sinto a colapsar.
Mas adivinham-se momentos melhores. Amanhã espero poder finalmente jantar coma s minhas gajas... é verdade que uma delas não pode mas, como já disse, desta vez vais ahaver jantar, nem que seja numa roulotte no Campo Pequeno a comer uma sandes de courato, carago!

Autoria e outros dados (tags, etc)

19
Out06

Isto não está fácil - Parte II

por Inês P Queiroz
Pois é... a verdade é que o tempo passa mas as coisas continuam muito parecidas com o que estavam há uma semana.
O Henrique continua a adaptar-se à creche (já não bate em tudo o que mexe mas fica a chorar quando me venho embora); agora está até em casa da avó doente com uma infecção respiratória.
O trabalho continua em doses industriais.
E eu estou tão cansada que me sinto a colapsar.
Mas adivinham-se momentos melhores. Amanhã espero poder finalmente jantar coma s minhas gajas... é verdade que uma delas não pode mas, como já disse, desta vez vais ahaver jantar, nem que seja numa roulotte no Campo Pequeno a comer uma sandes de courato, carago!

Autoria e outros dados (tags, etc)

12
Out06

Isto não está fácil

por Inês P Queiroz
Há muito tempo que não passo os meus dedinhos por estas bandas...
Isto não está fácil. Entre o muito trabalho (estou às Aranhas com uma revisão do livro da Carmen Miranda), a viagem do marido à Venezuela, a operação à pila do filhote, a recuperação da operação, as consultas do meu pai e a entrada do filhote na escola, cá estou não a pedido de muitas famílias mas da minha sanidade mental.
Esta tem sido a semana do horror. O Henrique entrou para a escola. Depois de dois anos de doce ninho, de mimo exclusivo da avó, de atenções e salamaleques, ele lá aterrou, às 10h da passada segunda-feira, numa sala cheia de meninos e meninas mais ou menos adaptados, mais ou menos chorosos.
E, se ele ficou bem e sem chorar, a verdade é que o comportamento dele aqui em casa nada tem a ver com o que já foi. De repente ficou malcriado, gria, chora por tudo e por nada, não come...
Isto não está fácil.

Mas o mais frustrante é a forma como, por vezes, olha para mim. Com uns olhinhos cheios de raiva, como que a perguntar-me "porque me deixas ali, porque não posso ir para a casa da minha avó".

amanhã é sexta. Depois vem o fim de semana. Tudo há-de melhorar

Autoria e outros dados (tags, etc)

12
Out06

Isto não está fácil

por Inês P Queiroz
Há muito tempo que não passo os meus dedinhos por estas bandas...
Isto não está fácil. Entre o muito trabalho (estou às Aranhas com uma revisão do livro da Carmen Miranda), a viagem do marido à Venezuela, a operação à pila do filhote, a recuperação da operação, as consultas do meu pai e a entrada do filhote na escola, cá estou não a pedido de muitas famílias mas da minha sanidade mental.
Esta tem sido a semana do horror. O Henrique entrou para a escola. Depois de dois anos de doce ninho, de mimo exclusivo da avó, de atenções e salamaleques, ele lá aterrou, às 10h da passada segunda-feira, numa sala cheia de meninos e meninas mais ou menos adaptados, mais ou menos chorosos.
E, se ele ficou bem e sem chorar, a verdade é que o comportamento dele aqui em casa nada tem a ver com o que já foi. De repente ficou malcriado, gria, chora por tudo e por nada, não come...
Isto não está fácil.

Mas o mais frustrante é a forma como, por vezes, olha para mim. Com uns olhinhos cheios de raiva, como que a perguntar-me "porque me deixas ali, porque não posso ir para a casa da minha avó".

amanhã é sexta. Depois vem o fim de semana. Tudo há-de melhorar

Autoria e outros dados (tags, etc)


Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

  Pesquisar no Blog



Calendário

Outubro 2006

D S T Q Q S S
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031

Arquivo

  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2015
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2014
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2013
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2012
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2011
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2010
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2009
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2008
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2007
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2006
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2005
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D